Este público representa o núcleo da classe média brasileira em transição, com 52% concentrado na faixa de 25-44 anos, a geração que está construindo patrimônio e tomando decisões financeiras estruturantes. Com preferência por desktop (70%), demonstram comportamento criterioso na pesquisa antes de grandes compras, dedicando tempo para comparar opções e avaliar benefícios.
Segundo projeções da consultoria Tendências (2025), a classe C, onde se enquadra esta audiência, terá crescimento de renda de 2,3% em 2025, abaixo das classes A (3,8%) e B (3,4%), mas ainda assim representando evolução socioeconômica. O IPEA projeta crescimento do PIB de 2,4% para 2025, com consumo das famílias mantendo alta de 2% ao ano.
Digitalmente engajados, utilizam múltiplos dispositivos (85% mobile, 70% desktop) conforme o contexto: mobile para pesquisas rápidas e desktop para decisões que impactam o orçamento familiar. São early adopters de serviços financeiros digitais, mas mantêm cautela em investimentos de maior valor.